10 outubro 2005

AJUDANDO AS FAMILIAS GLBT DO KATRINA

Esta noticia foi publicada no OUT AND ABOUT NEWSPAPER, uma publicação com enfoque na comunidade GLBT e que circula justamente na região atingida pelo Katrina – Nashville, Chatanooga, Knoxville e New Orleans. Vejam a noticia e perceba como vários órgãos governamentais americanos já incluem a comunidade GLBT em suas políticas públicas, clique no titulo do post para ver o link com a noticia original:

AJUDANDO AS VITIMAS GLBT DO KATRINA
KNOXVILLE – O Devastador desastre no sudoeste desencadeado na onda do Katrina tem sido piorado pela falta de informações. Os rumores envolvendo a política das diversas agências governamentais tais como a CRUZ VERMELHA e o FEMA (Agência Federal de Gerenciamento de Emergências) estão aprofundando os impactos graças aos rumores indicando práticas discriminatórias em relação ás vitimas GLBT.
As regras para doação de sangue da CRUZ VERMELHA incluem uma proibição contra “homens que tiveram contato sexual com outros homens, mesmo que uma vez, desde 1977”. Na realidade esta política não veio diretamente da Cruz Vermelha. E uma norma estabelecida pela FDA (Food and Drug Administration) que devem ser seguidas pela CRUZ VERMELHA ou seus esforços não serão aprovados pela FDA.
“Nós apenas seguimos as regras da FDA, estes regulamentos não são baseados em políticas sociais, mas políticas de saúde pública” afirma Patrícia Smith, encarregada da comunicação da Cruz Vermelha do Tenesse.
Outros rumores dizem respeito ao fato de que a Cruz Vermelha o FDA não incluirão as familias GLBT nos seus benefícios oferecidos ás famílias porque as famílias GLBT não se “encaixam” no conceito OFICIAL de família. Na realidade, em agosto de 2003, a Cruz Vermelha tornou permanentes suas normas de atendimento igualitário aos casais homossexuais em casos de acidentes, que já tinham sido adotados em relação ás vitimas do atentado contra as torres gêmeas.
“Este ato da CRUZ VERMELHA dá um significado real ao seu compromisso de usar uma definição inclusiva de família a todos os que sofrem por conta de desastres ou emergências, incluindo lésbicas e gays” disse Joe Grabarz. Diretor Executivo do Empire State Pride Agenda. “Nós abençoamos a Cruz Vermelha por esta decisão de tornar permanente as suas praticas de ajuda a todos que sofreram perdas de pessoas amadas naquele fatídico dia de setembro, independente de sua orientação sexual”.
Informações da mesma entidade dão conta que um boletim intitulado “Guia para a Definição e Verificação de Famílias” foi enviado a todas as agências da Cruz Vermelha. O boletim define família como “todos aqueles que regularmente se aoiam e suportam financeiramente, incluindo noivos, colegas que dividem casa, e/ou outros membros da família” e relaciona os documentos que podem ser usados para verificar as relações familiares tias como contas bancarias conjuntas, cartões de credito conjuntos, apólices de seguro e também registros de parceria civil e certificados de uniões celebrados em todo o mundo.
As normas da FEMA são igualmente inclusivas para os grupos familiares não tradicionais. Sua brochura, publicada em maio de 2004 intitulada “Ajuda após um desastre: Guia para aplicação a Individuos e Pessoas que dividem o mesmo teto” (no original em inglês soa melhor - “Help After a Disaster: Applicant’s Guide to the Individuals and Households Program”) delinea o processo que cada pessoa ou família deve atender para receber ajuda federal. A palavra FAMILIA é usada paenas duas vezes no documento inteiro. O mais comum é se referir a pessoas que dividem o mesmo teto, da mesma forma que o termo é usado por outros progrmas govenrnamentais, como o de distribuição de alimentos.
Outros programas específicos também estão pedindo doações e apoio em todo o país
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No escritório da Igreja da Comunidade Metropolitana de Missouri (uma Igreja Inclusiva voltada para os cristãos homossexuais, que tem templos no BRASIL com a denominação de ICM), o Rev. Kurt Krieger esta ajudando a coordenar os esforços para ajudar as vítimas do furacão, tanto com recursos financeiros quanto outros tipos de ajuda e apoio, junto com outras ICM da região.
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Outra boa fonte de ajuda á comunidade “trans” é o “Gallae Central House” em Nova York cujos esforços contam com o apoio da Radio TransFM, que estão coordenando a coleta de recursos financeiros que podem ser deduzidos do imposto de renda
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MoveOn.org tem um site especial, para coordenar pessoas que possam ceder espaço ou camas em suas casas para estes desabrigados, a pessoa deve entrar no site www.hurricanhouseing.org para oferecer acomodação ou solicitar acomodação, este não é um site GLBT, mas você pode referir-se a isto na hora de buscar ou oeferece espaço

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

What happened to Taylor Behl
Taylor Behl like so many young people headed for college was excited about going to Virginia Commonwealth Universityand nervous too.
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10/10/05 4:53 PM  

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