27 Janeiro 2006

Aceitação da homossexualidade de um filho


No próximo dia 30 de janeiro, segunda feira, ás 17 horas, Edith Modesto, coordenadora do Grupo de Pais de Homossexuais - GPH, vai coordenar o CHAT DO MÊS da revista CLAUDIA.O tema do chat será a ACEITAÇÃO DA HOMOSSEXUALIDADE DE UM FILHO, que também foi tema de um matéria publicada na CLAUDIA de Janeiro, com grande repercussão.O GPH é o maior e mais atuante Grupo de Pais e Mães de Homossexuais e foi fundado pela educadora e escritora Edith Modesto a partir de sua experiência pessoal e de sua certeza que um grupo para trocar ideias e experiências seria importante para outros pais e mães que muitas vezes ficam confusos e perdidos ao descobrirem que seus filhos são homossexuais.Para ter acesso e participar do chat entre na pagina da Revista CLAUDIA no dia 30 de janeiro ás 17 horas http://www.claudia.com.br/ , onde você também poderá ler a matéria publicada na revista.Para maiores informações sobre o GPH entre em contato pelo email maes_de_homos@grupos.com.br
Lembrando que apenas pais e mães de homossexuais são aceitos no grupo.

26 Janeiro 2006

Orgulho com alegria!


O orgulho deve ser uma coisa alegre!

25 Janeiro 2006

INOVA, em defesa das famílias GLTTB

24 Janeiro 2006

Comunidade GLBT paga impostos que apoiam instituições religiosas que a perseguem

Famílias Brasileiras

Casais de gays e de lésbicas também formam núcleos
familiares e, portanto, também merecem toda boa e
justa consideração por parte do governo. Os casais de
gays e de lésbicas pagam impostos como qualquer outros
membros da sociedade e, desta forma, entre outras,
ajudam a subsidiar o sistema escolar gratuito tão
fundamental nas vidas e na formação da maioria das
crianças brasileiras. A falta de reconhecimento
oficial destas unidades familiares por parte do
governo brasileiro se constitui em discriminação
institucionalizada e é algo que precisa ser ratificado
o mais rápido possível.

Um outro assunto relacionado são as instituições
religiosas que, ao obter o status de isenção fiscal e
outros previlégios junto ao governo federal (por
exemplo, como podemos ver em notícia publicada pela
Agência da Câmara, em anexo, abaixo), precisariam
comprometer-se contratualmente e com a maior seriedade
aos Direitos Humanos de todos/as os/as brasileiros/as,
conforme o exige sem qualquer sombra de dúvida a
Constituição Federal do Brasil.

É preciso compreender que as religiões não estão nem
no céu e nem acima das leis seculares da terra.
Infelizmente, muitos membros de igrejas em
funcionamento no país não se contentam somente com a
liberdade de poder adorar ao seu deus de acordo com
seus dogmas e consciência mas querem, ademais, o poder
político e a força legislativa para poder forçar as
suas próprias crenças e ideologias nos demais membros
da sociedade. Fique bem claro e explicitamente
compreendido que isso é uma afronta inaceitável à
consciência e à soberania do Brasil e um ataque
frontal e insisivo contra a Carta Magna da nação.

Só para relembrar um dos marcos fundamentais da
história e da arquitetura do mundo ocidental: Quando o
Marquês de Pombal estava lidando com a reconstrução de
Lisboa, já que o rei da nação não estava apto, tendo
ele se refugiado no campo, amedrontado pela grave
catástrofe, isto é, após o horrendo terremoto que
devatou a cidade em 1755... entre outras medidas de
emergência, como a de juizes poder julgar e até mandar
matar no ato aquelas pessoas que tomassem vantagem da
situação para saquear as propriedades alheias, o
Marquês de Pombal também comandou aos líderes
religiosos da época que estava absolutamente proibido
para ficar pregando o fim dos tempos e que tudo aquilo
era uma punição de Deus. Parece que a êxtase, assim
como toda linda pintura, precisa de um quadro de
referência, de limitações e de suportes.

Infelizmente, muitas religiões missionárias e
expansivas que conhecemos no ocidente têm dentro de
sí, em seu âmago e germe, como meta maior, mesmo que
suprimido de seu diálago aberto, a suplantação do
Estado democrático pela teocracia teológica e/ou
mística. É preciso manter isso em mente ao considerar
estes assuntos.

A história do mundo nos mostra amplamente que
religiões sob o controle benigno de um Estado livre,
como aqueles fundamentados na tradição do
republicanismo democrático, é algo bem mais desejável
do que o contrário; que isso é bem melhor do que
teocracias onde se permitem nas beiradas, e
conseqüentemente, perseguições desumanas horríveis,
como o foram as cruzadas, as inquisições, os
talibanismos, as caças às bruxas, e como o são ainda
hoje os enforcamentos de gays em praças públicas...
tudo em plena violação dos mais básicos e fundamentais
Direitos Humanos inerentes e inalienáveis ao ser e à
identidade individual de toda e qualquer pessoa neste
mundo.

Resumindo, neste contexto, nenhuma religião, jamais,
especialmente quando recebedora de subsídios do Estado
Brasileiro, deveria ser permitida atacar, perseguir,
vilificar, desfazer, descaracterizar ou empenhar-se
negativamente contra qualquer grupo de pessoas da
sociedade, seja de qualquer comunidade religiosa
deferente da sua, de qualquer raça ou grupo cultural
minoritário da nação, de qualquer grupo sócio-cultural
ou mesmo lingüístico do/no solo do país. A igualdade
de todos/as perante a lei, sem quaisquer exceções,
conforme consagragado na Constituição Federal do
Brasil, absolutamente o exige.

Paul Beppler (autorizado a publicação, Paul é
articulador em listas de discussões GLBT)

Segue nota:

Finanças aprova dedução de Imposto de Renda para
instituições
religiosas

Aconteceu - 11/11/2005 19h15

Bernardo Hélio


Willian: "A criação de incentivo às atividades
religiosas vai ajudar a sociedade a fortalecer os
núcleos familiares."

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou, no final
do anao passado, autorização às instituições
religiosas para deduzirem as doações recebidas do
Imposto de Renda da Pessoa Jurídica até o limite de 2%
do lucro operacional. O projeto (PL 2720/03), de
autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recebeu
parecer favorável do relator, deputado Carlos Willian
(PMDB-MG).

Para o relator, a proposta não pode ser confundida com
um subsídio às igrejas. "A criação de incentivo às
atividades
religiosas, longe de subvencionar essas instituições,
vai ajudar a
sociedade brasileira a fortalecer os núcleos
familiares", avaliou.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será
encaminhado agora à Comissão de Constituição e
Justiça e de Cidadania (CCJ). Se for aprovado pela
CCJ, poderá ser enviado diretamente para análise do
Senado Federal.



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23 Janeiro 2006

Nossos Direitos, nem mais, nem menos

A noss luta deve ser para que um dia, nossas famílias de afeto, nossas famílias por escolha, estejam sob o amparo, o "guarda-chuva" das leis.

22 Janeiro 2006

Documentário sobre gays que decidem ter filhos será exibido no Brasil

O público brasileiro poderá assistir no final deste
mês de janeiro o polêmico documentário Pink Parents. O
programa, que será exibido no próximo dia 27 de
janeiro pelo canal gay Logo TV (sistema de
pay-per-view da Sky), foi produzido pela inglesa BBC e
aborda a luta dos casais homossexuais que decidem ter
filhos.

De acordo com comunicado emitido pelo canal, a
intenção do documentário é discutir algo que não há
lei ou decreto que impeça: a maternidade ou
paternidade biológica.

Baseado nisso, Pink parents mostra exemplos de
famílias homossexuais que concretizaram o sonho de
terem filhos com ajuda de bancos de esperma, ou ainda
os acordos entre, por exemplo, um casal de lésbicas e
um amigo gay ou vice-versa.

“Sob o mesmo teto a criança, fruto desses
relacionamentos, pode ser criada por duas mães, duas
mães e um pai, dois pais e duas mães, e assim por
diante”, explica a emissora.

O documentário Pink Parents será exibido no próximo
dia 27 de janeiro, pelo canal gay Logo TV (sistema de
pay-per-view da Sky).

Fonte: http://gonline.uol.com.br/livre/gnews/html/gnews3046.shtml



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